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Putas Assassinas

Roberto Bolaño 

Editor: Quetzal

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789897223532

C.I.: 00000289084

Número de páginas: 248

Local edição: Lisboa

Idioma: Português

Encadernação: Brochado

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(Salvo ruptura de stock)

Preço: 17,70 €

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O livro por dentro

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Sinopse

Um deslumbrante conjunto de histórias do maior escritor latino-americano do século XXI. Este sugestivo título de 2001, publicado ainda em vida do autor, permaneceu inédito entre nós. Aqui surgem algumas das grandes personagens que habitam livros posteriores, Lalo Cura, por exemplo, ou Arturo Belano, protagonista de Os Detetives Selvagens. A realidade confunde-se com sonho; a vida com a morte.

Sobre o Autor

Roberto Bolaño nasceu em 1953, em Santiago do Chile, filho de pai camionista e de mãe professora. A sua infância foi vivida em várias cidades chilenas (Valparaíso, Quilpué, Viña del Mar ou Cauquenes) e a passagem pela escola atormentada pela dislexia. Aos quinze anos a família mudou-se para a Cidade do México. Durante a adolescência leu vorazmente, escreveu poesia - e abandonou os estudos para regressar ao Chile poucos dias antes do golpe que depôs Salvador Allende. Ligado a um grupo trotsquista, foi preso pelos militares e libertado algum tempo depois. De volta ao México, fundou com amigos o Infrarrealismo, um movimento literário punk-surrealista, que consistia na «provocação e no apelo às armas» contra o establishment das letras latino-americanas e suas figuras de proa, de Octavio Paz a García Márquez. Nos anos setenta, Bolaño vagabundeou pela Europa - lavou pratos em restaurantes, trabalhou nas vindimas ou como guarda-nocturno de parques de campismo -, após o que se instalou em Espanha, na Costa Brava, com a mulher e os dois filhos. Aí, dedicou os últimos dez anos da sua vida à escrita. Fê-lo febrilmente, com urgência, até à morte (em Barcelona, em Julho de 2003), aos cinquenta anos.

A sua herança literária é de uma grandeza ímpar, sendo considerado o mais importante escritor latino-americano da sua geração - e da actualidade. Entre outros prémios, como o Rómulo Gallegos ou o Herralde, Roberto Bolaño já não pôde receber o prestigiado National Book Critics Circle Award, o da Fundación Lara, o Salambó, o Ciudad de Barcelona, o Santiago de Chile ou o Altazor, atribuídos a 2666, unanimemente considerado o maior fenómeno literário da última década.

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