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Jesus Na Escola

J, M, Coetzee 

Editor: Dom Quixote

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789722062244

C.I.: 00000288685

Número de páginas: 288

Local edição: Lisboa

Idioma: Português

Encadernação: Brochado

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(Salvo ruptura de stock)

Preço: 17,90 €

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O livro por dentro

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Sinopse

David é um rapazinho que está sempre a fazer perguntas. Simón e Inés ficam encarregados dele na nova cidade em que vão habitar, Estrella.
O rapaz está a aprender a língua e começou a fazer amizades. Tem o seu grande cão Bolívar para olhar por ele. Mas vai fazer sete anos e tem de ir para a escola.

Assim, tendo em conta as indicações das três irmãs proprietárias da quinta onde Simón e Inés trabalham, David é matriculado na Academia de Dança. É aí, com as suas novas sapatilhas de dança douradas, que aprende a chamar os números do céu. Mas é também aí que vai fazer descobertas perturbantes sobre aquilo de que os adultos são capazes.

Nesta hipnotizante história alegórica, Coetzee lida habilmente com as grandes questões do crescimento e do que significa ser pai, com a batalha constante entre o intelecto e a emoção, e com a maneira como optamos por viver as nossas vidas.

Jesus na Escola é a inquietante sequela de A Infância de Jesus, dando continuidade à jornada de David, Simón e Inés.

Sobre o Autor

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2003


O escritor sul-africano, de origem boer, John Maxwell Coetzee nasceu na Cidade do Cabo, onde viveu grande parte da sua vida, residindo actualmente em Adelaide, Austrália, para onde foi depois da polémica que se seguiu à publicação de A Desgraça (1999).


Autor de vários livros (romances e ensaios), a maior parte deles traduzidos em português (entre eles A Vida e o Tempo de Michael K., com o qual recebeu pela primeira vez o Booker Prize, em 1983, À Espera dos Bárbaros, A Ilha, A Idade do Ferro, A Desgraça, Booker Prize em 1999, ou o ensaio Vidas dos Animais), é também professor de Literatura. Um dos maiores romancistas da língua inglesa dos nossos dias, já quando o Nobel foi atribuído em 1991 à também sul-africana Nadine Gordimer, muitas vozes se levantaram defendendo que deveria ser Coetzee já nessa altura a recebê-lo. A sua escrita (com influências de Dostoievski, sobretudo na forma de encarar a culpa, e Kafka) é de uma grande radicalidade. A Academia, ao atribuir-lhe o prémio, realçou: "Ao mesmo tempo [Coetzee] é um céptico escrupuloso, implacável na sua crítica ao racionalismo cruel e à moral de cosmética da sociedade ocidental."


Muito reservado, não gosta das luzes da fama e dá raramente entrevistas. Não compareceu na cerimónia de entrega do Booker em 1999 (já tinha feito o mesmo em 83), tendo preferido ficar em Chicago onde estava a dar aulas por uma semana.


"Este ano é J.M. Coetzee [...] É um prémio justo para um notável romancista sul-africano, que nós tivemos ocasião de conhecer aqui há uns anos, por ocasião da reunião em Lisboa do Parlamento Internacional dos Escritores. Um duro (como mostrou na luta contra o 'apartheid'), um homem seco e conciso (como revela a sua escrita), alguém que transporta consigo o sentido trágico da existência - mas ao mesmo tempo, um cosmopolita com alguns traços narcísicos: nessa altura andava sempre com sapatos vermelhos que se tinham convertido na sua imagem de marca. O Prémio Nobel vem-lhe dar o reconhecimento que uma obra austera e complexa obviamente merece."
Eduardo Prado Coelho, Público, 3 Out. 2003


"Justificada e merecida a atribuição do prémio Nobel da Literatura a J.M. Coetzee. É um grande escritor, com uma postura ética desassombrada."
José Saramago, citado pelo Comércio do Porto, 3 Out. 2003

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