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Fátima - das Visões dos Pastorinhos À Visão Cristã

Carlos A, Moreira Azevedo 

Editor: Esfera dos Livros

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789896268091

C.I.: 00000288360

Número de páginas: 216

Local edição: Lisboa

Idioma: Português

Encadernação: Brochado

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Preço: 16,50 €

Preço: 14,85 €

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Sinopse

Uma releitura crítica sobre o fenómeno das visões ocorridas na Cova da Iria há 100 anos, partindo da situação sociocultural de Portugal e da Europa e da realidade familiar e psicológica das personalidades envolvidas. Esta obra coloca ao serviço do grande público uma leitura que congrega o conhecimento das fontes com uma visão cristã de um fenómeno religioso de origem popular, sucessivamente apropriado e relido, reinterpretado ao compasso da história e sempre aberto no horizonte do futuro. Contribuiu para percebermos como as visões dos pastorinhos se transformaram numa proposta de alcance internacional. Que visão de Deus e do mundo propõem? Que capacidade de futuro encerram? Reforçam ou debilitam a forma especificamente cristã de viver ao estilo de Jesus? Fátima permite regredir ou amadurecer uma vivência cristã?

O momento histórico, nas suas dimensões sociopolíticas, culturais e religiosas é o húmus onde as «revelações privadas» são acolhidas. As visões interiores acontecem no tecido real da situação concreta, qual provocação para avisar a humanidade, com sentido profético, dos passos falsos e suscitar atitudes verdadeiras diante de perturbações exigentes de conversão. Graças à consulta de material do Archivio Segreto Vaticano, o autor revela nestas páginas o processo da escolha do primeiro bispo da diocese de Leiria e traz à luz novos dados sobre a política portuguesa entre 1917 e 1930. Além dos videntes, fala-nos de personagens essenciais a Fátima, como o Padre Manuel Formigão e o Bispo D. José Correia da Silva.

Se Fátima permanece com notável impacto não se deve apenas à autenticidade simples e infantil dos seus inícios, mas à capacidade que tiveram os mediadores dos factos e da mensagem, a começar pela própria Lúcia, dotada de uma vida longa, para retirar da imagética rudimentar uma resposta às situações históricas vividas pelas pessoas, individualmente mendigas de sinais de Deus, que recarreguem a sua vida de sentido e iluminem os passos obscuros da sociedade nas sucessivas crises e dificuldades.

Sobre o Autor

D. Carlos Alberto de Pinho Moreira Azevedo nasceu em Santa Maria da Feira, no dia 4 de Setembro de 1953.
Doutorado em História Eclesiástica pela Universidade Gregoriana de Roma. Professor na Faculdade de Teologia da UCP.

Bispo titular de Belali e bispo auxiliar do Patriarca de Lisboa. Foi ordenado sacerdote, em 10 de Julho de 1977, por D. António Ferreira Gomes, à altura, Bispo do Porto. A sua ordenação episcopal teve lugar, em 2 de Abril de 2005, na Igreja da Trindade, na cidade e Diocese do Porto, tendo como ordenante principal D. José da Cruz Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, sendo ainda seu concelebrante, D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto e demais Bispos Auxiliares e Prelados da Igreja Portuguesa. Em 11 de Outubro de 2006, Bento XVI admitia a possibilidade do retorno à celebração da Eucaristia em Língua Latina, após pressões de grupos mais tradicionalistas junto da Santa Sé. D. Carlos Azevedo declarava, na altura, não sem humor:

" -Porque é que se há-de ir só até à Idade Média? Se é para voltar às origens, então que seja em Grego. Aí até achava graça!"

Foi ainda membro da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) cujos cargos de Secretário, Presidente da Comissão Episcopal de Pastoral Social e membro da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, ocupou. Fez parte de Comissão, e seu coordenador máximo, que organizou a Viagem Apostólica a Portugal de Bento XVI que decorreu de 11 a 14 de Maio de 2010. A 11 de Novembro de 2011, a Nunciatura Apostólica em Portugal, anuncia que D. Carlos Azevedo fora nomeado pelo Papa Bento XVI, Delegado do Conselho Pontifício para a Cultura (CPC), organismo que procura assegurar as melhores relações da Igreja e da Santa Sé, com a Cultura do nosso tempo e nas suas mais diversas expressões e matizes.